Em Curitiba, a médica Michelle Giovanella contou à RPC que não conseguiu votar porque estava viajando e o voo atrasou. Quando soube que a votação foi prorrogada, ela foi ao local de votação, mas foi orientada a esperar no local.
“Até achei que não ia votar, mas é muito importante para mim. Eu vim exercer meu direito de voto e vou esperar”.
Hilda Maria Zanetti Heller, no mesmo local, passou por uma situação semelhante após a viagem que fazia atrasar.
“Eu estava correndo para vir votar, mas não ia conseguir chegar [até às 17h], mas aí eu soube que prorrogaram o prazo e vim correndo. Vou aguardar. Vamos ver se consigo fazer o meu voto”, conta.
Fonte: G1 globo