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Ao menos 11 pessoas aguardam por leitos para tratamento da Covid em MS: ‘O sistema de saúde pode entrar em colapso’

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De acordo com a secretaria estadual de Saúde (SES) já há fila para a internação de pacientes com Covid-19 em Unidades de Terapia Intensivo (UTI) e em leitos clínicos em Mato Grosso do Sul. Ao menos 11 pessoas estão aguardando por um leito para o tratamento do novo coronavírus no estado.

A SES informou que sete pessoas esperam por leitos de UTI e duas por uma unidade de tratamento clínico. Os dados da secretaria são referente a 77 municípios de Mato Grosso do Sul, que descartam Campo Grande e Dourados, que segundo a SES, as cidades possuem regulações próprias.

A prefeitura de Dourados informou que duas pessoas aguardam por leitos de UTI na cidade a 214 km da capital. A prefeitura da cidade ao sul do estado explicou em nota que a quantidade de pessoas na fila, esperando por um leito, é volátil, e que pode mudar a qualquer momento.

O número de pessoas na fila pode ser maior, pois a prefeitura de Campo Grande, que até o momento do fechamento da reportagem, não respondeu aos questionamentos do G1.

Segundo a médica infectologista, Priscila Alexandrino, que trabalha diretamente no atendimento de pacientes com Covid-19, disse que o sistema de saúde de Mato Grosso do Sul pode entrar em colapso, caso as medidas necessárias para conter o vírus não sejam tomadas.

“Podemos esperar um número maior de casos. Se as pessoas continuarem a se contaminar, eu espero que elas não se infectem, o sistema de saúde do estado pode sim entrar em colapso”, alertou a infectologista.

De acordo com Priscila Alexandrino, muitas cidades do interior de Mato Grosso do Sul remanejam pacientes para o tratamento da doença na capital. Porém, a situação da super lotação dos leitos para tratamento da Covid em Campo Grande não é diferente dos outros municípios. A cidade, nesta segunda-feira (8), está com a taxa de ocupação nas UTIs para Covid-19 em 100%.

“O estado pode sucumbir, pois as cidades recorriam aos hospitais da capital, mas eles também estão cheios. Esperamos que isso não aconteça, mas parece que as coisas vão piorar”, reforçou a médica.

Fonte: G1

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