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Saúde

Biópsia por congelação Técnica para diagnóstico imediato de tumor é aplicada em Sinop

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Uma técnica que permite o diagnóstico imediato de tumores será aplicada em um paciente, em Sinop, pelo patologista Arlindo Aburad, doutor em Patologia pela USP, durante a cirurgia realizada pelo cirurgião bucomaxilofacial Roosevelt Macedo e pelo cirurgião dentista Ernesto Myamoto.

O procedimento para retirada de tumor de mandíbula será feito na quarta-feira (28/10), às 8h. Conhecida como biópsia por congelação, a técnica possibilita o diagnóstico de tumor de boca no momento da cirurgia. Aburad, pioneiro na técnica de biópsia por congelação em tumores de face no Brasil, explica que o principal benefício neste tipo de cirurgia “é a remoção total do tumor, o que evita a mutilação desnecessária”. Segundo Roosevelt Macedo, além do resultado rápido, outro benefício desta técnica é que o cirurgião dentista é informado se o tumor foi totalmente removido durante a cirurgia. “Caso não tenha sido, é possível ampliar a cirurgia na hora para este fim. Assim, o paciente não precisa passar por novo procedimento cirúrgico futuramente”, avalia.

De acordo com Aburad, há muitos casos em que os tumores de maxila e de mandíbula podem parecer simples lesões inflamatórias, mas não são. Para o patologista, o dentista precisa estar sempre atento. “Ele precisa fazer exames preventivos ou até mesmo biópsia no paciente para diferenciar lesões mais sérias, que precisam de tratamento mais invasivo, de outras que podem ser tratadas de forma mais simples”, avalia. Segundo ele, esses procedimentos evitam que tumores sejam diagnosticados tarde demais, “o que sempre é pior para o paciente”.

O patologista afirma que, apenas desta maneira, o paciente terá a certeza do diagnóstico correto para o tratamento adequado. Aburad considera que os exames preventivos de boca são essenciais para pacientes quando percebem quaisquer alterações internas ou nos lábios. “Muitas pessoas ainda têm receio de fazer exames preventivos de boca por medo do diagnóstico. Mas o temor muitas vezes é pior do que a própria lesão, já que afasta o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para maiores chances de cura”, ressalta.

O patologista diz que, na maioria das vezes, essas alterações são benignas e não provocam danos mais sérios. “Contudo, isso somente pode ser verificado após a realização desses exames preventivos”, orienta. De acordo com o patologista, esses procedimentos evitam que tumores sejam diagnosticados tarde demais, “o que sempre é pior para o paciente”. Ele afirma que, apenas desta maneira, o paciente terá a certeza do diagnóstico correto para o tratamento adequado.

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