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Em áudio, deputado de MT deseja morte de petistas; “do PT não morre” – ouça

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Conhecido nacionalmente por criar polêmicas e confusões com políticos, artistas, ambientalistas, cientistas e quaisquer outras pessoas que se posicionem ou façam críticas à  gestão do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal por Mato Grosso, José Medeiros (Podemos), gravou um áudio “desejando a morte” de políticos filiados ao PT. Ele lamenta que “nenhum petista ou ex-petista” conhecido tenha morrido vítima da Covid-19 e cita nomes de deputados, senadores e políticos sem mandato para reforçar “sua tese”.

José Medeiros debocha e diz que para escapar da Covid-19, a melhor vacina é “assinar a ficha do PT”. O áudio passou a circular em grupos de WhatsApp neste domingo (1º) e mostra que no diálogo, o parlamentar oriundo do município de Rondonópolis (212 km de Cuiabá), conversa com outro homem. O interlocutor concorda com suas observações e o ajuda citando alguns nomes de políticos que já pertenceram ou ainda estão filiados ao Partido dos Trabalhadores.

De deputados federais, ele cita Marcelo Freixo e Alessandro Molon, ambos do Rio de Janeiro e hoje filiados no PSB, além de Jandira Feghali (PC do B – Rio de Janeiro). Medeiros aponta ainda o vereador por São Paulo, Eduardo Suplicy (PT), que exerce seu terceiro mandato na Câmara Municipal de São Paulo.

Do Senado, Medeiros cita nominalmente Marta Suplicy, que até 2018, no término de seu mandato de senadora, estava filiada ao MDB e desistiu de buscar a reeleição, abandonando a política. Também aponta o senador em atividade, Jacques Wagner (PT), que traz em currículo político a função de ex-governador da Bahia e ex-ministro chefe da Casa Civil, no governo Dilma Rousseff, entre 2015 e 2016.

Além de políticos detentores de mandato, o parlamentar bolsonarista de Mato Grosso aponta outros nomes que já ocuparam cargos importantes e mandatos eletivos e foram ou ainda continuam filiados ao PT.  Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, também entram na lista citada pelo deputado.

“Olha, o pessoal está falando que a Janssen, que a Pfizer é boa, eu nunca vi vacina para imunizar melhor que a ficha do PT. O cara pode até pegar, toma alguns perrengues, mas veja bem: pensa em algum cara do PT que morreu? Zé Dirceu vivo, Lula vivo, Dilma viva, Genuíno vivo, Mercadante vivo, Jaques Wagner vivo”, comenta José Medeiros.

Em seguida, observa que pessoas que deixaram a legenda também parecem estar imunizadas. “E os que saíram também, Jandira Fegali viva, Freixo vivo, Molon vivo, nem ruim ficaram. Tem o Eduardo Suplicy, Marta Suplicy. Então é o seguinte: Erundina, Benedita da Silva. Não tem Pfizer, não tem nada. O negócio é assinar a ficha do PT que tá imunizado não tem jeito não. Morreu gente de tudo que é partido, morreu gente de tudo que é religião, mas do PT não morre”, coloca Medeiros.

José Medeiros ganhou projeção política propagando o anti-petismo. Lá atrás seus alvos preferidos eram os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. Ele ainda estava na ativa como policial rodoviário federal quando foi eleito deputado federal em 2018.

Depois, se aposentou na PRF em março de 2020, aos 49 anos de idade, passando a receber um benefício de R$ 15 mil, além do salário de deputado no valor de R$ 33,7 mil, somando R$ 47 mil todo mês. Aliado instransigente do presidente Jair Bolsonaro, independente de quaisquer circunstâncias, José Medeiros continua sendo um anti-petista bastante atuante, principalmente em seu perfil no Twitter. Por lá, é comum ele se envolver em bate-boca com outros políticos e personalidades conhecidas no meio artístico ou empresarial.

Fonte: Folha Max

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