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Ferida aberta, diz leitora sobre crianças em casamentos – 06/11/2025 – Painel do Leitor

Censo

Brasil tinha 34 mil crianças e adolescentes até 14 anos em união conjugal em 2022, diz Censo” (Cotidiano, 5/11). Não existe nada de “união consensual” nesse caso, como descreve a matéria. Nenhuma criança de 10 a 14 anos tem maturidade para compreender, muito menos para consentir um ato de tamanha violência. É devastador pensar que isso ainda acontece, uma ferida aberta na realidade brasileira.

Tatiana Lyra (Guarulhos, SP)

Essa reportagem é uma denúncia escandalosa. E o Brasil vira as costas.

Daniel Quintela (Belo Horizonte, MG)

Fundo ambiental

Noruega anuncia investimento de US$ 3 bi a fundo para florestas criado pelo Brasil” (Ambiente, 6/11). Excelente iniciativa do governo brasileiro. Toda caminhada começa com um primeiro passo. Esperamos que o fundo se torne realidade, o que por si só já seria uma grande contribuição do Brasil para a preservação das florestas e, em especial, a floresta Amazônica.

Daniel Fernandes (Santarém, PA)

Espero que fiscalizem o uso do dinheiro do fundo, pois sempre tem alguém pensando em fraudar e desviar os recursos. Espero que exista auditoria e fiscalização prévia antes de liberarem os recursos, pois senão vão encontrar somente areia onde devia existir uma floresta.

Maurilio Fernandes Figueiredo (Florianópolis, SC)

Trabalho

Restaurantes sofrem para contratar auxiliar de cozinha, como o que Isa Scherer buscou por R$ 1.800” (Economia, 6/11). E por que não fazem como os empresários da construção civil que, diante da escassez de mão de obra, estão pagando um pouco mais que o piso da categoria? Paguem um pouco a mais e com certeza terão mão de obra disponível.

Claudio de Almeida (Guarulhos, SP)

O pessoal acha que o empresário só paga salário e não tem mais nenhum custo com o empregado, o que não é verdade. Um amigo conta que, para contratar, paga mais para o Estado governo em tributos e custos do que para o próprio trabalhador,.

Rafaela Rodrigues (São Luís, MA)


Bíblia Oficial

Senado avança na criação da Bíblia oficial, apesar da inconstitucionalidade e inviabilidade técnica” (Cotidiano, 6/11). O Brasil é um estado laico e nossos representantes no Congresso não deveriam usar o seu tempo para esse tipo de discussão. Outro ponto é que nem mesmo o cristianismo, dentro de suas múltiplas vertentes, tem um consenso sobre o tema. Impor pelo estado uma versão nacional é um absurdo em todos as esferas.

Alex Sandro Perez (Curitiba, PR)

Operação no Rio

PT aposta em mudança na avaliação da população sobre ação policial no Rio” (Painel, 4/11). Ainda bem que Lula tomou essa direção. O presidente tem que estar ao lado da lei e da verdade dos fatos. Calar-se é consentir, consentir é concordar com o absurdo. O que aconteceu no Rio é macabro, institucionalmente vergonhoso, por mais que tenha apoio popular.

Valter Luiz Peluque (São Paulo, SP)

As apostas do PT, principalmente no Rio, costumam dar errado. Há anos não elegem um governador. Poucos prefeitos. Poucos deputados e vereadores.

Ivo Ferreira (Rio de Janeiro, RJ)

Charges

Volto a parabenizar a Folha pela ousadia e visão no seu quadro de chargistas, com o genial Montanaro, que começou com 14 anos, e o promissor Pedro Vinicio, idem. A ousadia com as tirinhas, com autoras excelentes, também é motivo de admiração.

Albino Bonomi (Ribeirão Preto, SP)

Prefeito de NY

A campanha de Zohran Mamdani tornou simples o que parecia complicado” (Rui Tavares, 4/11). Os tais progressistas precisam aprender essa simplicidade o mais rápido possível. As próximas eleições se avizinham. Se entendessem que política identitária só tira voto, já seria um bom começo.

Nilton Silva (Brasília, DF)

A resposta para a vitória de Mandani é ainda mais simples: Nova York é um reduto democrata e qualquer poste indicado pelo partido seria eleito. E Mandani não é um poste, tem pedigree e não é um muçulmano radical. A pior parte de sua plataforma, porém, é o congelamento de aluguéis, que pode desestimular novas construções e causar escassez.

Paulo César de Oliveira (Franca, SP)

Homenagem de Pelé

“O gol 1.001 de Pelé, pelas crianças, não valeu” (Ruy Castro, 6/11). Pelé viu antes de todos a urgência de se dedicar cuidados à infância pobre, e como bem destaca o missivista, foi ridicularizado por homenageá-los após o gol de número 1.000.

Volgano Rocha (Vitória, ES)

Na esteira da declaração à época considerada piegas do rei Pelé, Darcy Ribeiro profeticamente disse em 1980 que “se os governantes não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios”.

Marcelo Ribeiro (Maceió, AL)

Fonte: Folha de S. Paulo

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