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Incêndio em mercado atacadista: Laudo indica ‘fogo proposital’ e peritos pedem 180 dias para analisar imagens

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Os peritos que apuram as causas do incêndio ocorrido no mercado atacadista, localizado na avenida Duque de Caixas, em Campo Grande, pediram mais 180 dias para apresentar laudos técnicos. Um deles, no entanto, já está pronto e aponta indícios de que o fogo foi proposital, segundo a polícia. O fato ocorreu no dia 13 de setembro deste ano.

Conforme a coordenadoria geral de perícias, o volume de imagens gravadas na ocasião e que estão sendo analisadas “é muito grande” e, por isso, os peritos do Instituto de Criminalística (IC) pediram mais 180 dias para analisar os vídeos. No caso do laudo pronto, foi entregue no 7° Distrito Policial.

“A sétima delegacia recebeu o laudo pericial de local de incêndio, onde a perita criminal fez consignar que o fogo se deu início no corredor número quatro, parte posterior do prédio. E que a provável causa do incêndio foi proposital, uma vez que o foco, ou seja, o corredor número quatro, neste local inexistem elementos que possam ter causado o incêndio, no caso um curto-circuito ou uma combustão espontânea”, afirmou o delegado Bruno Urban, titular da unidade policial e responsável pelas investigações.

Ainda conforme Urban, a polícia ainda aguarda o laudo de degravação das imagens. “É um número imenso de material que está sendo analisado pela perícia para responder as quesitações feitas pela sétima delegacia”, explicou.

Neste corredor, a polícia ressalta que existiam gôndolas com materiais inflamáveis, como álcool em gel, álcool líquido, além de outros produtos de limpeza.

Entenda o caso

O incêndio ocorreu no dia 13 de setembro deste ano e destruiu o supermercado. Na época, a assessoria de comunicação da rede atacadista disse que logo que o fogo começou a brigada de incêndio foi acionada, atuando para esvaziar a loja rapidamente e, em seguida, houve o chamado para o Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido.

Na ocasião, várias pessoas gravaram vídeos pelo celular, drones e divulgaram nas redes sociais, mostrando as chamas que levaram cerca de 60 horas para serem controladas, sendo que a fumaça permaneceu nos escombros por vários dias.

Em nota, a empresa afirmou que ficou à disposição das autoridades para colaborar nas investigações. O delegado Bruno Urban já ouviu testemunhas e também pediu uma prazo maior para concluir o inquérito, já que precisa do resultado da perícia para constatar se o incêndio realmente foi proposital e se alguém jogou uma bituca de cigarro ou é flagrado colocando fogo, por exemplo.

Fonte: G1

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