Com diálogo. É importante que as crianças saibam o que é ou não aceitável quando estão próximas de alguém mal-intencionado. É importante que os pais não deleguem a função e se atentem ao ambiente digital, programando aparelhos para bloquearem conteúdos com pornografia, violência ou discurso de ódio, além de acessar as contas dos filhos para monitorar de perto.
Nicole Fonseca Schmutzler (Campinas, SP)
Com a regulamentação das redes.
Kleyton Belarmino da Silva (Campina Grande, PB)
Mantendo o diálogo. Crianças e adolescentes são sujeitos de direitos, com gostos e preferências. O primeiro passo é tratá-los com respeito, os ouvindo e estabelecendo confiança. Ser franco e sem falsos moralismos sobre o uso das redes.
Geraldo dos Santos Júnior (São Paulo, SP)
Com diálogo claro e direto sobre a existência de pedófilos.
Custódio Dória (Aracaju, SE)
Instruindo as crianças a não entrarem em servidores como Discord e grupos no Telegram, invisíveis aos não participantes, onde há aliciamento de menores, além da hospedagem de todo tipo de material. Tudo isso sem armazenamento local ou moderação por parte da plataforma sob a alegação de privacidade. O discurso em torno da privacidade só protege os criminosos.
Jaime Souza (São Paulo, SP)
Limitar o acesso e protelar o uso das redes pelo maior tempo possível. Ou seja, quanto mais tarde a criança e o adolescente tiverem contato com o ambiente virtual, melhor. Eu sei que nos dias de hoje não é tarefa fácil, porém, entende-se que seja necessário.
Clécia Miguel (São Paulo, SP)
Limitando os sites de acesso, estimulando brincadeiras que sejam mais interativas durante toda a infância. Permitir o uso do celular a partir dos 12 anos, com limitação de tempo, sempre com supervisão, e conscientização.
Lúcio Balducci Nunes (Rio De Janeiro, RJ)
Com a IA os provedores devem enviar automaticamente lista de todos os sites, links, que as crianças e adolescentes acessarem com conteúdo adulto para os pais ou responsáveis e autoridades policiais.
Ailton Silva dos Santos (Ji-Paraná, RO)
É preciso acompanhar a criança nos acessos aos sites e observar se o conteúdo é saudável para sua idade. Bloquear alguns sites e impor horários para fazer uso do celular.
Maria da Penha Lemos (São Paulo, SP)
O uso controlado da internet e sempre sob supervisão de um responsável.
Willian Teófilo Viana (São Paulo, SP)
Não expondo os filhos nas redes sociais e controlando o acesso ao que eles assistem. Não permitir que o menor tenha perfis nas redes também é importante. Infelizmente o caminho para a regulação das redes está longe de existir. É uma terra sem lei e muita gente ganha dinheiro com isso.
Anderson Costa (São Paulo, SP)
Ser presente e estabelecer diálogo frequente. Outro ponto é procurar compreender a dinâmica das redes sociais e da internet para identificar situações adversas de forma proativa. É o que procuro fazer, mas obviamente que não há uma fórmula mágica.
João Ricardo Cocati (São Paulo, SP)
Comprovação eficiente de idade para o acesso.
Vital Romaneli Penha (Jacareí, SP)
Fonte: Folha de S. Paulo