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NACIONAL

Movimentos sociais e igreja se unem em ato contra Bolsonaro

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Centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis e a Frente Brasil Popular irão se unir ao 27ª Grito dos Excluídos, ação promovida desde 1995 pela Igreja Católica, para protestarem contra o Governo Jair Bolsonaro em Cuiabá, no dia 7 de setembro.

Na Capital, a concentração ocorre em frente à Fundação Bradesco a partir das 15h30. O ato faz parte de uma mobilização nacional e acontece de forma descentralizada em cidades diversas do país, mesmo dia em que atos pró-Bolsonaro irão ocorrer.

Uma das organizadoras do evento, a ativista Amandla Souza afirmou que esse é a 5ª manifestação contra o Governo realizada pelo grupo em Cuiabá desde janeiro deste ano.

Eles devem fazer uma caminhada até a praça do Jardim Vitória, onde será realizado um ato político-cultural.

“A campanha ‘Fora Bolsonaro’ aglutina sindicatos, organizações culturais, organizações religiosas. No ato teremos a presença de representantes de diversas denominações religiosas, artistas, sindicatos ligados à educação, centrais sindicais e dos estudantes, as representações de movimentos sociais ligadas à Igreja Católica”, enumerou.

Amandla criticou os atos convocados a favor do presidente, classificando-os como antidemocráticos e afirmando que a polarização política tem causado apenas prejuízo à população brasileira.

“Na falácia de defesa de democracia, na verdade eles questionam a estrutura que nós temos no estado democrático de direito, que preza pela divisão dos Poderes e que coloca o Judiciário com a atuação que ele vem executando nesse período, neutro, que visa não só analisar as ações do Executivo, mas também do Legislativo”, afirmou.

Amandla lamentou os atos pró-Governo questionarem a atuação do Supremo Tribunal Federal e a seguridade das urnas eletrônicas sem que haja provas contrárias, o que para ela se traduz em apoio a uma gestão que, nesse momento, tem representado apenas aumento no custo dos alimentos, combustíveis e do gás de cozinha.

A ativista também teceu críticas ao que chama de pauta armamentista defendida pelos apoiadores do atual presidente.

“Já vimos discurso de ódio, discurso de violência em uma pauta armamentista que para nós dos movimentos sociais, estudantis, é algo muito perigoso. Temos muito medo do armamento liberado para a população sem qualquer critério, haja vista a possibilidade de maior aumento da violência nesse cenário”, disse.

Fonte: Mídia News

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