fbpx
Connect with us
ads

Geral

Policial é acusado de estuprar a própria filha de 13 anos no ES; denúncia foi feita pela ex do PM

Published

on

Um policial militar é suspeito de abusar sexualmente da própria filha, uma adolescente de 13 anos, no Espírito Santo. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O policial nega o crime.

A denúncia foi feita pela ex-esposa do PM. Ela disse que a filha apresentou uma mudança no comportamento e contou o que aconteceu por uma mensagem de áudio, porque estava com vergonha de falar sobre a situação.

Segundo a mãe, a menina disse que o pai segurou as mãos dela, deu um beijo na boca e praticou sexo oral quando os dois estava deitados na mesma cama, na casa em que ele mora.

“Ela chorando, falou: ‘Pai, não faz isso, eu sou sua filha’. Conseguiu colocar a calcinha, sair do quarto. Ele foi atrás dela, e o meu filho mais velho se despertou. Aí ele saiu do quarto, e falou para ela: ‘Não conta para sua mãe, que a sua mãe vai acabar com a minha vida'”, relatou a mãe da menina.

O policial negou que tenha cometido o abuso e disse que confundiu a menina com a namorada dele, que também estava em casa naquele momento.

“Não houve em momento nenhum abuso sexual em relação à minha filha. Ela relatou que teve um sonho, e foi para o meu quarto. Eu estava sem roupa, dormindo, ela deita ao meu lado, eu acho que é minha namorada, abraço e dou um beijo na nuca. Ela sai do meu quarto e a vida continua”, disse.

Ele ainda acrescentou que pediu desculpas à menina depois de perceber o que tinha acontecido.

“Eu não toquei na minha filha, eu abracei, sim. Mas, quando vi, pedi perdão, desculpas, não vi que era ela, e voltei a dormir”.

Em nota, a Polícia Militar também disse que repudia atos dessa natureza mas que, na condição de investigado, a PM não vai se manifestar nem emitir juízo de valor.

Outras acusações

A ex-mulher disse que já foi agredida pelo policial militar e que, no ano passado, ele também foi acusado de estuprar uma adolescente de 15 anos, que era vizinha dele.

“Filha da minha melhor amiga. Ele ficou preso 30 dias só, e até agora nada”, disse a mulher.

À TV Gazeta, o militar disse que foi inocentado desse crime por falta de provas. Mas a Polícia Militar negou a informação e disse que ele ainda responde ao processo administrativo, inclusive de natureza demissionária.

A nova acusação, de estupro contra a própria filha, será anexada a esse mesmo processo.

De acordo com o Portal da Transparência, o militar está de licença médica do trabalho desde o dia 2 de junho do ano passado. A última foi apresentada no dia 27 de julho deste ano, e vale até o final de setembro.

Fonte: G1

Continue Reading
Advertisement
Comments