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Projeto de castração química de estupradores é chamada de ‘Lei Constantino’ por deputada; escritor fez comentário polêmico sobre o caso Mariana Ferrer

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A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) disse que vai chamar  ‘lei de Lei Constantino’, um projeto de lei que propõe a castração química voluntária de estupradores.

“Hoje Rodrigo Constantino  lançou uma campanha p/ castração química e aumento de pena p/ estupradores. Aderi e já elaboramos PL c/ tal finalidade. A castração química opcional é condição p/ livramento condicional e progressão de regime. Vou chama-la de Lei Constantino”, escreveu a parlamentar em rede social.

Rodrigo Constantino perdeu seus empregos na Jovem Pan, na Record, na Rádio Guaíba e na Gazeta do Povo após um comentário polêmico sobre o caso Mariana Ferrer, que diz ter sido vítima de estupro em uma casa noturna de Jurerê Internacional (SC).

Em uma live,  Constantino disse que, se sua filha sofresse um abuso em condições semelhantes, ele não denunciaria o homem e a deixaria de castigo.
 
“Se minha filha chegar em casa, isola [ele bate na madeira]… Mas se a minha filha chegar em casa – e eu dou boa educação para que isso não aconteça, mas a gente nunca controla tudo –, se ela chegar em casa um dia dizendo: ‘Pai, fui para uma festinha, ah, fui estuprada’. [Eu perguntaria]: ‘Me dá as circunstâncias’. ‘Ah, fui para uma festinha, eu e três amigas, tinha 18 homens, nós bebemos muito e eu estava ficando com dois caras, e eu acabei dormindo lá e eu fui abusada”, disse o comentarista.
 
“Ela vai ficar de castigo feio e eu não vou denunciar um cara desses para a polícia”, disse. “É um comportamento absolutamente condenável. Só que a gente não pode mais falar essas coisas hoje em dia. Que existe mulher decente também ou piranha. Porque eu acabei de falar que o homem que faz uma coisa dessas não é decente, mas não existe também a ideia de mulher decente? As feministas querem que não. Por quê? Porque feminista é tudo recalcada, ressentida e normalmente mocreia, vadia, odeia homem, odeia união estável, casamento… odeia tudo isso”, concluiu. 

Em agosto, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) apresentou um projeto de lei para prever a castração química voluntária de estupradores como condição para a concessão de progressão de pena. O projeto tem igual teor a um texto de autoria do hoje presidente Jair Bolsonaro, apresentado quando era deputado federal e que foi arquivado pela Mesa com a troca de legislatura.

A iniciativa foi uma resposta ao episódio de estupro de uma menina de 10 anos de idade que foi violentada por um tio durante quatro anos e se submeteu a um aborto.

Fonte: Gazeta Brasil

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