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ELEITORAL

Saiba como a covid-19 se comportou no 1º mês de campanha em MT

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Iniciado oficialmente no dia 27 de setembro, o período de campanha para as eleições municipais e ao Senado completou o primeiro mês na terça-feira (27). Em números absolutos, o montante de casos de contágio pela covid-19 notificados diminuiu nestes 30 dias em relação a igual período do mês anterior.

Dados dos boletins divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) apontam, que entre 27 de agosto e 27 de maio, Mato Grosso registrou 32.256 contágios. Quando considerados os 30 dias entre o início da campanha e o balanço de terça-feira, o estado notificou 21.123. 

Na primeira semana de campanha, que terminou no dia quatro de outubro, Mato Grosso registrou 6.279 casos de covid-19. Na segunda semana, do dia 11, o estado teve 5.104 contágios.

Posteriormente, na terceira semana, do dia 18, Mato Grosso teve 3.926 infecções. Na quarta semana, do dia 25 de outubro, o estado notificou 4.424. Por fim, entre domingo (25) e terça-feira (27), foram mais 1.389 casos.

Apesar de o número absoluto de contágios deste mês ser menor que o do outro período, houve um crescimento nas infecções entre a terceira e quarta semana. Diante desta disparidade, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) apontou que as movimentações de campanha podem estar relacionadas ao aumento de casos.

Ao analisar o contingente de contágios, o parlamentar apontou que houve um crescimento de 18% das notificações nas últimas semanas. “Me preocupa a influência que as campanhas eleitorais possam ter nesse aumento. Como a curva epidêmica reflete fatos ocorridos duas semanas antes, esse aumento coincide com o início da movimentação das campanhas eleitorais”, apontou o parlamentar, que também é médico sanitarista.

Na manhã desta quarta-feira (28), durante evento do governo, o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, apontou que é aumentada a probabilidade de aumento de casos por conta das campanhas.

Figueiredo disse ainda que o principal indicador adotado para avaliar o progresso da pandemia tem sido a taxa de ocupação de leitos, que em Mato Grosso tem estado em decréscimo nas últimas semanas.

“O vetor do vírus é o ser humano, quanto mais o ser humano se locomove e faz aglomerações a probabilidade aumenta e o registro de pessoas com infecções é maior. O indicador mais importante que nós monitoramos neste momento é a demanda pelas internações, sejam de enfermarias ou de UTIs. Mas a tendência natural por forças das campanhas, da própria eleição, e do período de férias, deve ainda continuar ampliando o número de casos porque temos um percentual muito grande da população que ainda não foi infectada”, destacou o secretário.

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