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Sem aulas presenciais, sem salários: Governo de MT precisa reagir

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Pelo menos vinte e quatro Estados devem retornar as aulas em agosto. Enquanto isso os servidores de Mato Grosso dão de ombro para quem o emprega e dizem em “alto em bom som” que não irão retornar até que toda categoria esteja vacinada.

A questão é que muitos funcionários, isso mesmo, não disse patrão, mas sim nossos FUNCIONÁRIOS, se negam a tomar vacina e ainda dizem: “não iremos voltar”. É bom especificar que não são todos os servidores e sim parte deles que não querem se imunizar.

Escorados na lei da estabilidade, sabendo que não podem ser demitidos, como ocorreria com qualquer trabalhador da área privada, muitos fingem que trabalham e continuam recebendo seu salário em casa como se já estivessem aposentado.

Só para analisar a diferença, os professores das escolas particulares voltaram faz muito tempo para as salas de aula. Todos os trabalhadores das empresas privadas saem de casa todos os dias (mesmo sem saber quando serão vacinados) para atender milhares de mato-grossenses nos caixas de supermercados, agências lotéricas, bancárias, entre outros.

Todas essas profissões colocam pais de família sobre alto risco de contaminação da covid-19. Apenas uma categoria não pode voltar ao trabalho?

O Governo de Mato Grosso precisa reagir agora.

Uma reunião dos conselhos nacionais de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretários de Educação (Consed), realizado nesta terça-feira (20.07) em Brasília, segundo o secretário Alan Porto, confirma que a maioria dos Estados vai retornar suas atividades até agosto, levando em consideração todos os protocolos já estabelecidos. Somente três manifestaram que não têm uma data prevista para retorno. É bom lembrar que falamos em aulas hibridas.

“Foi demonstrado que houve boa performance no número de profissionais da educação que foram vacinados no Brasil. Eles [técnicos) entendem que é o momento de retornar”, informa o secretário Alan Porto.

O secretário Alan Porto ressaltou ainda que haverá uma reunião do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) nos dias 12 e 13 de agosto em São Paulo para avaliação e para ser uma espécie de “ponto de controle”.

Como a maioria dos Estados já vai ter o ensino retomado, será possível avaliar os pontos positivos e negativos do retorno às aulas. “Os Estados mostrarão suas experiências do retorno às aulas presenciais ou em ensino híbrido”.

Em Mato Grosso, segundo a Seduc, em novembro do ano passado as escolas de Mato Grosso começaram a receber verbas para ações de prevenção à disseminação do vírus.

E adquirir todos os materiais necessários para os protocolos de biossegurança, como álcool em gel, máscaras, termômetros, lavatórios e materiais para sinalização das unidades.

Este ano, os recursos para as escolas investirem em manutenções preventivas e corretivas foram reajustados de R$ 33 mil para R$ 100 mil. Os repasses automáticos para custeio das escolas estaduais tiveram aumento de 47%. Além disso, todas as unidades tiveram capacitação e orientação para o enfrentamento ao covid-19.

As secretarias de Estado de Educação e de Saúde elaboraram todos os protocolos de volta segura.

A Comissão Intergestores Bipartite inseriu os profissionais da educação como grupo prioritário à vacinação. E em todos os municípios os professores foram vacinados.

Então não há mais que se falar em risco aos profissionais públicos, assim como não há mais motivos para não retornarem às aulas presenciais.

Fonte: Powermix

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