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Polícia

Vídeo mostra ultrapassagem que causou morte de universitária em Cuiabá; veja vídeos

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Após a Polícia Civil concluir que Adriele da Silva Munis, 25 anos, foi morta após uma discussão no trânsito, o HiperNotícias obteve a gravação da ultrapassagem que causou a morte da universitária. A imagem mostra o Fiat Palio, que a vítima estava, batendo no Honda Fit, que era conduzido pelo policial militar Edivaldo Junior Rodrigues Marques de Souza. Após a batida, o agente teria iniciado uma discussão e logo depois atirado três vezes no Palio. 

O fato ocorreu na madrugada de 18 de dezembro de 2016. O policial militar Edivaldo Junior Rodrigues Marques de Souza, apontado como autor do crime, segundo a Polícia Civil, estava na boate noturna Valley Pub, com uma mulher, que não terá o nome revelado.

Eles saíram do estabelecimento e desceram a Avenida Isaac Póvoas, em um veículo Honda Fit. Próximo deles estavam um veículo Chevrolet Celta que era conduzido por um amigo de Edivaldo. Logo atrás, estava o veículo Fiat Pálio que Adriele estava. A vítima voltava de uma festa na companhia de seu namorado e mais dois amigos.

No cruzamento com a Avenida Presidente Marques, o condutor do Pálio realizou ultrapassagem no carro de Edivaldo, mas bateu na lateral direita do carro do PM. Diante disso, houve uma discussão entre os ocupantes dos dois veículos e a partir desse ponto o militar passa a perseguir o carro que a vítima estava. (Veja o vídeo da ultrapassagem a seguir).

Os dois veículos passaram pelo cruzamento com a Rua Barão de Melgaço quando então ocorreram os três disparos vindos do Honda Fit, que pegam na parte traseira do Palio e atinge Adriele nas costas. O momento dos tiros não foi flagrado pelas câmeras da via.

Após os tiros, o motorista do Palio correu em busca de socorro na Santa Casa, que não estava aberta e em seguida buscou o Pronto-Socorro de Cuiabá (PSMC), onde a vítima morreu minutos depois de dar entrada na unidade.

Com a morte de Adriele no Pronto-Socorro de Cuiabá, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou a investigação do homicídio e começou as diligências para reunir informações que pudessem chegar ao autor dos disparos. Diante das primeiras informações coletadas, além de depoimentos iniciais dos ocupantes do Palio, a equipe de investigação traçou uma linha que chegou a um possível suspeito, que depois não se confirmou.

Logo depois, a equipe de investigação coletou dados e imagens da Avenida Isaac Póvoas. As informações da análise de balística para chegar ao tipo de arma compatível com a munição encontrada no corpo de Adriele (calibre .40) levaram a Polícia Civil a uma pessoa que esteve na boate na madrugada em que ocorreu o crime, portando uma arma de fogo, que posteriormente, após outras diligências, foi constatado que o registro estava em nome da Polícia Militar.

Com a localização da pistola, a Polícia Civil requisitou exame de confronto balístico à Politec, que constatou que a munição que atingiu Adriele foi disparada da arma em questão. A partir dessa informação, chegou-se ao nome de Edivaldo.

O policial militar foi indiciado e deverá responder pelo crime de homicídio consumado (Adriele) e três tentados (devido às outras três pessoas que estavam no carro). Fonte: Híper Notícias

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