Moraes concede prisão domiciliar ao ex-presidente Collor

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, concedeu regime domiciliar para o ex-presidente Fernando Collor de Mello. Na decisão desta quinta-feira, Moraes definiu que a pena de Collor poderá ser cumprida em sua residência, com tornozeleira eletrônica, e que o ex-presidente terá o passaporte suspenso e não poderá receber visitas, salvo dos advogados.

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Desde a prisão, a defesa afirmou que o ex-presidente sofre com problemas médicos e não poderia ficar em regime fechado. Collor comprovou o diagnóstico com Parkinson em 2019, além de outras comorbidades, como privação de sono crônica e transtorno bipolar.

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A decisão de Moraes atende ao pedido da defesa de Collor de concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente em virtude da idade avançada (75 anos) e de comorbidades graves (Doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar).

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Em seu despacho, Moraes reconheceu que Collor está em tratamento da Doença de Parkinson há cerca de seis anos, “com a constatação real da presença progressiva de graves sintomas não motores e motores, inclusive histórico de quedas recentes”.

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“O descumprimento da prisão domiciliar humanitária ou de qualquer uma das medidas alternativas implicará na reconversão da domiciliar humanitária em prisão dentro de estabelecimento prisional”, alertou Moraes.

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Collor foi presidente de 1990 a 1992, tendo renunciado na véspera da votação em julgamento de impeachment pelo Senado, em meio a um escândalo de corrupção que envolvia o tesoureiro de sua campanha eleitoral em 1989, Paulo César Farias. Apesar da renúncia, o impeachment foi aprovado e Collor ficou inelegível por oito anos.

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O político, que sempre negou as acusações, foi absolvido em 1994 pelo STF, que apontou não haver provas de que ele tivesse cometido crimes naquele caso.

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Já a condenação mais recente, relacionada à BR Distribuidora, está ligada ao período em que ele foi senador por Alagoas. Collor encerrou seu mandato em janeiro de 2023.

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Fonte: infomoney

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