'Objetivo do Estado não é matar, mas proteger a população', opina leitor sobre operações no Rio - 30/10/2025 - Painel do Leitor

Tarifas "Trump reduz tarifas sobre a China e Xi aceita trégua na exigência sobre terras raras" (Economia, 30/10). Olha só a diferença entre uma reunião entre líderes na qual ambos têm muito interesse em chegar a um acordo e o que aconteceu com o Brasil recentemente. Nosso estadista saiu de mãos vazias e continuamos pagando taxas abusivas, mas o lulopetismo fez aquele alvoroço, exaltando as habilidades de "grande negociador" de nosso folclórico lulinha. César Sanchez (Brasília, DF)

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Rio de Janeiro "Operação policial no Rio ultrapassa Carandiru e se torna a mais letal do país" (Cotidiano, 29/10). O objetivo do Estado não é matar, mas proteger a população. Um governo não pode conduzir ações visando apenas a próxima eleição ou em função de sua própria popularidade. O contraste entre as prisões ocorridas na Faria Lima e a matança no Rio de Janeiro falam por si só. Onde falta inteligência, sobra violência. Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP)

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Sou eleitor de Lula e tenho horror ao bolsonarismo, mas as esquerdas precisam acordar e tirar a cabeça da década de 1980. No Rio de Janeiro o problema não é falta de inteligência ou corrupção policial, mas sim o exército da facção Comando Vermelho que tem centenas de traficantes fortemente armados com fuzis e outros armamentos. Bandidos aterrorizam comunidades e bairros em todo o canto, cujos territórios são maiores do que muitas capitais do país. Mario Rogerio Andrade (Rio de Janeiro, RJ)

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Deputado nos EUA "Câmara e Motta rejeitam explicar eventual votação de Eduardo Bolsonaro dos EUA" (Política, 29/10). A falta de informação vinda do Congresso Nacional sobre a situação do deputado Eduardo Bolsonaro sugere uma anuência informal a suas ações, ridículas e explicitamente contra os interesses do nosso país. Deverá ser fatalmente cassado de uma forma ou de outra, mesmo com a comissão de "ética" tendo arquivado o processo de cassação do parlamentar por faltas excessivas. A coerência e respeito ao eleitor deve prevalecer. Marcos Fortunato (Americana, SP)

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Reforma administrativa "Deputados retiram apoio à PEC da reforma administrativa e ameaçam bandeira de Hugo Motta" (Economia, 29/10). A reforma ad tem que atingir a elite do funcionalismo público em todas as instâncias, sobretudo no Judiciário, cortando privilégios, penduricalhos, salários acima do teto, nepotismo, além de extirpar os cargos comissionados que corroem o dinheiro público. Debie dos Santos Bastos (São Paulo, SP)

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Não se trata de uma bandeira de Hugo Motta, mas do contribuinte brasileiro. O Congresso deveria se mostrar firme num momento no qual servidores buscam seus próprios interesses e nada no interesse do contribuinte. Humberto Leite (Brasília, DF)

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Bagagem em voos "Câmara aprova gratuidade de bagagem despachada e de mão, além de marcação de assento padrão" (Economia, 28/10). Era necessária a regulamentação. As companhias aéreas vem definindo a seu bel prazer medidas contra consumidores, buscando sempre mais vantagens para os seus interesses, enquanto o passageiro vai se acomodando porque não há nada que lhes faça compensação. João Guilherme Viana (Belém, PA)

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Não existe nada de graça nesse mundo, tudo é pago. Se não cobrarem a bagagem, o custo será embutido no preço da passagem. É como, por exemplo, os marktplaces fazem com promoções de frete grátis nas compras online. Jair Pereira (Medianeira, PR)

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Foz do Amazonas "Esperar COP para liberar Foz do Amazonas seria hipocrisia e repetiria Bolsonaro, diz presidente do Ibama" (Ambiente, 19/10). A liberação da pesquisa de petróleo na Foz, apresentada como decisão "técnica", não elimina o risco real e o fato político envolvido. O problema não é só o possível vazamento, mas a insistência em avançar sobre áreas vitais num planeta em crise e a validação de um modelo desenvolvimentista insustentável. Andre Stangl (Ouro Preto, MG)

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Herzog Sobre a reportagem "Ato religioso que desafiou ditadura na morte de Herzog é recriado 50 anos depois" (Política, 24/10), ela é de grande importância, mas há a omissão do papel do Sindicato dos Jornalistas de SP, sob a liderança de Audálio Dantas, como o organizador do ato. Sua realização foi decidida em assembleia de jornalistas em 27 de outubro de 1975, dia do enterro de Vlado. Depois, os líderes religiosos abraçaram a ideia. Sob a ditadura, era o protesto possível, mas as circunstâncias não deveriam obscurecer, aos olhos de hoje, o papel decisivo do Sindicato no histórico ato. Paulo Zocchi, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de SP

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Fonte: Folha de S. Paulo

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